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Revolto mar que me aguardas ardentemente,
Para meu corpo abraçares como tu sabes,
Meu coração bate com a força das saudades,
Da tua força, em minha alma frémitamente!
Fecho os meus olhos e sinto o mar acabrunhado,
Nas minha mãos eu me apodero do seu poder,
Que força tem, que força dá a este meu ser,
Quase se torna escravo deste meu peito exaltado!
As ondas dançam e brincam em chamas intrépidas,
Do que é preciso lagrimar nas águas gélidas,
O Sol se vai, na rubra tarde, e eu não chego;
Sou suspiro recolhido em conchas de brocados,
Sou amante dos sons desses teus trinados fados,
Versos ritmados, em desejos alados quase a medo!
.Revolto mar que me aguardas ardentemente,
Para meu corpo abraçares como tu sabes,
Meu coração bate com a força das saudades,
Da tua força, em minha alma frémitamente!
Fecho os meus olhos e sinto o mar acabrunhado,
Nas minha mãos eu me apodero do seu poder,
Que força tem, que força dá a este meu ser,
Quase se torna escravo deste meu peito exaltado!
As ondas dançam e brincam em chamas intrépidas,
Do que é preciso lagrimar nas águas gélidas,
O Sol se vai, na rubra tarde, e eu não chego;
Sou suspiro recolhido em conchas de brocados,
Sou amante dos sons desses teus trinados fados,
Versos ritmados, em desejos alados quase a medo!
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................... Ana Victorino (Portugal)
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